Tu és a última das Princesas
e a mais graciosa Dama.
Aquela que me mantém a chama acesa
e me completa a cama.
E quando inanimado caio
no chão desfaleço sem vida,
por entre qualquer osso torácico
injectas a tua seringa de adrenalina.
Directamente ao coração
descargas vida e alento,
seguras firme com a tua mão
a dose certa da alma e alimento.
Anjo libertador das garras do fracasso,
inspiras-me e fazes-me expirar,
apoio a cabeça em teu regaço
és a causa de eu não naufragar.